É preciso zelar pelas Santas Casas.
É preciso urgentemente rever a política do SUS em sua área hospitalar e fortalecer as filantrópicas. Algumas soluções para amenizar esse sofrimento seriam linhas de financiamentos específicos, revisão da tabela de procedimentos, maior investimento do governo no setor, já que a carga tributária brasileira é uma das mais altas do mundo: somos o quinto país entre os 118 que mais cobram impostos. No ano passado, o governo arrecadou R$ 732,8 bilhões em impostos, sendo 38,3% a parte do trabalhador. No entanto, os investimentos em saúde continuam sendo pífios. De acordo com o Denasus - Departamento Nacional de Auditoria do SUS, o país estará investindo este ano em saúde aproximadamente R$ 159,2 bilhões. Destes, apenas 45,2%, ou R$ 72 bilhões, são investimentos das três esferas governamentais: União, Estados e Municípios, o equivalente a R$ 391,00 per capita, ou R$ 1,07 por dia. Para ter uma idéia de como essa quantia é insuficiente, dez anos atrás, alguns países da América Latina já investiam em dólares muito mais: Argentina (U$ 823), Uruguai (U$ 849). LEIA MAIS ...http://www.cqh.org.br/?q=node/211

