quarta-feira, 6 de maio de 2009

Mensagem recebida.

Andréia eu e-mail * josiandreia@hotmail.com Mensagem * Aladim parabéns por sua atuação na câmara. Quanto as roupas dos médicos envio uma matéria que julgo bastante interessante.

“Nós sabemos que a bactéria consegue viver por longos períodos em tecidos”, diz Marcia Patrick, perita em controle de infecções em Tacoma, Washington, e co-autora dos procedimentos da Associação de Profissionais de Controle de Infecções e Epidemiologia para a eliminação do MRSA em hospitais.

Regras de hospitais tipicamente encorajam os funcionários a tirar os uniformes imundos antes de ir para casa, mas especialistas em controle de infecções dizem que a aplicação nem sempre é eficiente. Médicos e enfermeiras são freqüentemente vistos usando uniformes no metrô e em mercearias.

Patrick, diretora de prevenção e controle de infecções para o MultiCareHealth System em Tacoma, diz ser improvável que um breve contato com um funcionário de saúde vestindo uniforme no metrô leve a uma infecção. “A probabilidade é que o risco seja baixo, mas tampouco é zero”, disse ela.

Enquanto o papel das roupas na disseminação de infecções ainda não foi bem estudado, alguns hospitais na Dinamarca e Europa adotaram práticas de controle de infecções de amplo alcance – que incluem provisões de trajes usados pelos funcionários dentro e fora do hospital. Trabalhadores de ambos os sexos têm de trocar por uniformes fornecidos pelo hospital quando chegam para trabalhar, e até mesmo vestir calçados esterilizados de plástico, também fornecidos pelo hospital. No final do dia, eles colocam novamente suas roupas para ir embora. GP 1

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